segunda-feira, 18 de julho de 2011

Tratamentos de Água Poluída

                                                Por  Roberto Naime

Os tratamentos de água são necessários para águas residuárias de sistemas industriais ou para os esgotos coletados nas áreas assentamentos humanos. Objetivam devolver características físico-químicas às águas, antes das mesmas serem dispostas ou retornarem aos sistemas hídricos naturais, superficiais ou subterrâneos.
Os tratamentos envolvem vários tipos de processos, desde a remoção física dos poluentes, passando por processos químicos e podendo serem finalizados por refinamentos biológicos.
Existem tratamentos denominados primários, secundários e terciários, cada um deles sendo constituído de vários processos unitários individuais.
Processos unitários é a denominação que se dá para cada procedimento físico ou químico que integra o elenco de ações que objetiva dotar o efluente residuário considerado, de condições para retornar ao fluxo natural das águas sem causar danos e impactos ambientais.
Os denominados tratamentos primários são constituídos por processos físico químicos, por coagulação e floculação das águas residuárias e objetivam a remoção de poluentes inorgânicos, materiais insolúveis, metais pesados, matéria orgânica não-biodegradável, sólidos em suspensão e outros.
O tratamento físico-químico por coagulação e floculação difere muito pouco dos sistemas empregados no tratamento de água bruta para abastecimento público, onde sua concepção básica consiste em transformar em flocos as impurezas em estado coloidal e as suspensões, para posteriormente remover estes materiais em decantadores.
A floculação é obtida com coagulantes químicos como os sais de Alumínio e Ferro, que reagem com a alcalinidade contida ou adicionada nas águas residuárias para correção do pH muito ácido, formando hidróxidos que desestabilizam colóides e partículas em suspensão.
Para obtenção de eficiência nos tratamentos, é necessário escolher os processos de forma adequada.
Os processos físico-químicos são recomendados na remoção de poluentes inorgânicos, metais pesados, óleos e graxas, sólidos sedimentáveis e sólidos em suspensão através de processos de coagulação-floculação e remoção de matérias orgânicas não-biodegradáveis e sólidos dissolvidos, por precipitação química.
A remoção de compostos ocorre através de oxidação química.
Na remoção de sólidos voláteis, dissolvidos e em suspensão, o tratamento biológico é mais indicado. Para remover sólidos fixos dissolvidos, são necessários tratamentos mais avançados como troca iônica, adsorção em leitos de carvão ativado e outros.
Na escolha do tratamento, a relação entre Digestão Química de Oxigênio (DQO) e Digestão Biológica de Oxigênio (DBO) é o parâmetro definidor fundamental:
1)o caso em que a DQO seja o dobro da DBO, é provável que parte da matéria orgânica seja biodegradável, podendo ser adotados tratamentos biológicos convencionais;
2)na hipótese do DQO ser muito além do dobro da DBO (3 ou 4 vezes maior), é provável que grande parte da matéria orgânica não seja biodegradável e tratamentos químicos podem ser mais adequados; caso haja presença de celulose, que não é biodegradável, mas não é tóxica, poderá ser aplicado tratamento biológico.
O procedimento, para avaliar a eficiência dos processos e orientar a escolha do tratamento adequado, é a execução de ensaios de floculação (“jar-test”) que são simulações laboratoriais do que realmente ocorre nas estações de tratamento.

Dr. Roberto Naime, colunista do EcoDebate, é Doutor em Geologia Ambiental. Integrante do corpo Docente do Mestrado e Doutorado em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale.


terça-feira, 5 de julho de 2011

Notas sobre a água

                                                                                              Por Luana Copini
Nas cartilhas escolares distribuídas pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN) aprendemos que: 12% da água doce do mundo está no Brasil.
Além de abrigar o maior rio em extensão e volume de água, o Amazonas, mais de 90% do território brasileiro recebe chuvas abundantes durante o ano e as condições climáticas e geológicas propiciam a formação de uma extensa e densa rede de rios.
O que incide no Brasil, porém, é a má distribuição desta água. Enquanto a Amazônia com baixos índices populacionais possui 78% da água superficial, o sudeste que possui a maior concentração de população do país tem disponível apenas 6% do total da água.
De acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA) a água no país representa apenas 0,3% do total de água do planeta em mais de 8,5 milhões de Km², vários biomas e quase metade do território ocupado pela floresta Amazônica.
Como em toda lógica natural, ou econômica, todo recurso natural é escasso, não seria diferente com a água.
Para Maria de Lourdes Davies de Freitas, pesquisadora e Secretaria Executiva da Rede Brasileira de Agrofloresta, a sociedade ao invés de evoluir está “involuindo”. “O índio no passado sabia aonde ir, era nômade (ainda alguns os são), aonde não existia água, eles não ficavam”.
No Brasil 50% da água captada para uso é destinada à irrigação, em apenas 5% da área total, segundo relatório divulgado pela ANA. Para onde vai o restante, nem o brasileiro sabe, segundo a pesquisadora.
Sem água não há vida, afirma Maria de Loudes acrescentando que a sociedade brasileira tem que acordar para questões que dizem respeito à sustentabilidade e ao uso da água, não apenas quanto ao desperdício mas também quanto ao não desmatamento das florestas.
Levando em consideração a preocupação com a escassez de água, a ANA criou o Atlas Brasil de Abastecimento Urbano de Água que faz o mapeamento e aponta as vulnerabilidades de todas as regiões metropolitanas e de todos os municípios do País.
E o último Atlas (2010) aponta a necessidade de investimentos que ultrapassam R$ 20 bilhões. Indica ainda que se efetuadas as obras, o Brasil terá oferta de água suficiente até 2025. Caso contrário, até 2015 pode faltar água em muitos municípios brasileiros.
Luana Copini é participante do Projeto Repórter do Futuro, que visa à interação de alunos de jornalismo e da sociedade civil sob estudos e experiências com relação à Amazônia e ao meio ambiente.
Disponível em : <http://www.ecodebate.com.br/2011/06/14/notas-sobre-a-agua// > Acessado em :5 de Julho de 2011


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Brasil alcança meta do milênio de acesso a água, mas ainda apresenta grandes desafios

por Redação EcoD

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentado na terça-feira, 28 de junho, em Brasília, apontou que o Brasil alcançou a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de reduzir as desigualdades no que diz respeito ao acesso a água potável. Segundo o instituto, o desafio agora é levar esgoto à zona rural.

Os dados foram apresentados durante a primeira edição do Seminário Franco-Brasileiro sobre Saúde Ambiental: Água, Saúde e Desenvolvimento, organizado pela Embaixada da França no Brasil e pelo Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD), com parceria do Ipea, dos ministérios da Saúde, Cidades, Meio Ambiente e Desenvolvimento Social e Combate à Fome, além da Fiocruz, Organização Mundial da Saúde e Organização Pan-Americana da Saúde.

Os resultados apresentados foram relativos a estudos do alcance dos ODM nos estados brasileiros no contexto da sustentabilidade ambiental. De acordo com Maria da Piedade Morais, coordenadora de Estudos Setoriais Urbanos da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur) do Ipea, o Brasil alcançou a meta de reduzir as desigualdades no que se relaciona ao acesso à água com canalização interna proveniente de rede geral. O percentual passou de 82,3%, em 1992, para 91,6%, em 2008.

Maria da Piedade ressaltou, no entanto, que quando os dados são avaliados por estados e zona rural, ainda há muito espaço para melhoria dos indicadores, fazendo com que o alcance dessa meta ainda não seja uma realidade. Segundo ela, considerando todos os recortes geográficos e socioeconômicos, as desigualdades ainda permanecem bastante elevadas.

Nas áreas rurais, embora tenha sido registrado avanço significativo na proporção da população abastecida por rede geral, com ou sem canalização interna (que passou de 12,4%, em 1992, para 32,6%, em 2008), o percentual de cobertura por rede pública ainda é bem inferior ao registrado nas áreas urbanas, não tendo sido possível alcançar a meta de reduzir as desigualdades pela metade. O estudo aponta que, na zona rural, a água utilizada pelas famílias ainda provém principalmente de poços, nascentes ou outro tipo de fonte.

Esgoto

A desigualdade espacial e social também se dá no acesso aos serviços de esgotamento sanitário. Na escala regional, os maiores déficits ocorrem no Norte, Centro-Oeste e Nordeste e áreas rurais. Embora o percentual de cobertura por rede geral de esgotos ou fossa séptica tenha subido de 10,3%, em 1992, para 23,1%, em 2008, as condições ainda são inadequadas.

No campo, 46,6% da população é atendida por fossas rudimentares, 5,6% por vala, 3,1% lançam seus esgotos diretamente nos rios, lagos ou mar, 0,6% adotam outro tipo de solução não adequada e 21% não possuem nenhum tipo de esgotamento sanitário.

No acesso simultâneo aos dois tipos de serviço de saneamento básico, o porcentual da população urbana servida por água canalizada de rede geral no interior do domicílio e esgotamento sanitário de rede geral ou fossa séptica passou de 62,3%, em 1992, para 76%, em 2008.

Levando em conta os aspectos étnicos, mesmo tendo sofrido redução de 13% nos últimos 16 anos, as desigualdades no acesso a saneamento adequado ainda são bastante pronunciadas: 82,2% da população branca está coberta por serviços de água e esgoto adequados, contra apenas 69,4% de cobertura entre pretos e pardos.

Com informações do Ipea.

Disponível em : <http://sanambiental.blogspot.com/ > Acessado em :1 de Julho de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

Tratamento de água na propriedade rural


Por Wantuelfer Fernandes Gonçalves

Dentre muitas coisas que se deve ter preocupação em uma propriedade rural, uma delas, talvez a mais importante, é água, tanto em questão de quantidade quanto em qualidade. Para se garantir o abastecimento de água de boa qualidade um dos recursos que se pode lançar mão é a captação e tratamento da água dentro da própria área da propriedade, podendo, além da garantia, reduzir os custos da utilização deste recurso natural.

Para começar um projeto desta natureza, deve-se primeiramente escolher de onde será captada a água. Existem as águas subterrâneas (poços artesianos, semi-artesianos, minas) e a água de rios. Embora o tratamento seja praticamente o mesmo para os dois tipos, o nível de interferência no tratamento é bem diferente.

Antes de captada, água deve passar por análises para se conhecer sua qualidade química e microbiológica, para se definir os meios cabíveis para o tratamento. Em geral, para tratá-la dispõe-se a água em tanques, ou caixas, seqüenciais onde, em cada uma, ela receberá um tratamento diferente. No modelo mais tradicional a ordem de tratamentos são, primeiramente a decantação dos materiais sólidos (utilizando produtos para floculação) a qual pode ocorrer em mais de uma das divisões, depois passa-se por uma série de filtragens, buscando a retirada de matérias cada vez menores, utilizando para isso filtros feitos com pedras e areia podendo ter também carvões ativados. Por ultimo se realiza um tratamento químico para o controle biológico (feito, usualmente, com hipoclorito de sódio, ou outro produto com ação parecida) podendo então utilizar desta água para realizar as atividades na propriedade.

Algo que se pode fazer também é a reutilização das águas utilizadas em algumas atividades. Para isso deve-se, no entanto, passar essas águas por um pré tratamento (como por exemplo, uma fossa séptica) antes de somá-las as águas recém captadas.

Outro fator que deve ser observado são os custos envolvidos no processo, o que tornará essa atividade viável ou não. Por isso, é importante que, ao se implantar um sistema, fazer um trabalho de pesquisa sobre as tecnologias existentes, bem como os recursos disponíveis na propriedade para se optar sempre pelo serviço com alta qualidade e baixo custo.

Tomando essas providencias captar e tratar água dentro da propriedade pode ser um grande passo para autonomia e garantia de qualidade dos recursos para o produtor rural. Mesmo os de baixa renda financeira, pois, estes podem se associar e construir um sistema barato e eficiente.

TRATAMENTO DE ÁGUA NO MEIO RURAL


Por Celso da Silveira de Barros

        Independente do meio, a água é um recurso natural de valor inestimável, essencial para a existência de todos tipos de organismos conhecidos na biosfera. Pode- se dizer que sem água não há vida no planeta Terra, e foi neste elemento que foi gerado as primeiras formas de vida conhecidas. Também a água compõe geralmente parte substancial do peso corporal dos seres vivos, promove regulação térmica, é essencial para as funções orgânicas atuando como transportadora dos nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo e facilita o descarte das excreções.

        Mais que um insumo indispensável a vida e a transformação de recursos naturais, é vital para a manutenção dos ciclos biológicos, geológicos e químicos que mantêm em equilíbrio os ecossistemas. Ainda, promove o desenvolvimento econômico, é uma referência cultural e um bem social indispensável à adequada qualidade de vida da população.

        Preocupado com a qualidade, inicialmente os tratamentos de água  foram feitos nos sistemas destinados a abastecer  as populações urbanas, visto que as populações rurais se abasteciam localmente em fontes naturais, que na maioria das vezes a água era potável. Os ecossistemas eram equilibrados.
        Porém com o aumento da população, expansão das áreas urbanas, crescimento das atividades da agricultura convencional e dos rebanhos, ausência de políticas públicas para regulamentar e gerir as várias formas de resíduos e poluentes, está afetando os mananciais de água doce, necessitando também providenciar água em boas condições de higiene através de tratamentos  para a população rural e  para os animais domésticos.

        Em função da demanda crescente por água de boa qualidade para o consumo humano, animais e irrigação, é necessário fazer proteção no entorno das fontes (de encosta ou difusa) isolando-as do trânsito de pessoas e de grandes animais. A captação direta na fonte deve ser planejada para que a água seja direcionada para o tratamento e distribuição sem contacto com o exterior para evitar contaminação. Os corpos de água devem ser protegidos por mata ciliar permanente. Poços rasos, semi artesianos ou artesianos, também devem ser protegidos. As instalações devem ser afastadas de fontes potencialmente poluidoras.

        Em geral o tratamento de água consiste em filtragem e cloração. Para cada situação as  ações e estruturas são planejadas de acordo com  a origem, estado de potabilidade, uso individual ou coletivo e demanda.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A importância da poluição e a qualidade do ar para a vida


Por Flávia Lopes Resende

Poluição é tudo aquilo que o homem introduz na Natureza, seja energia ou substância que prejudica o ambiente e os seres vivos, desequilibrando-o. Existem vários tipos de poluição, uma delas é a do ar. Ela depende dos tipos e das quantidades de poluentes que nele se encontram. É especialmente comum nas grandes cidades e afeta o homem, as plantas e os outros animais, causando-lhes diversos danos. Ela é causada pelas inovações tecnológicas, a rápida industrialização, juntamente com a explosão demográfica ocorrida, o que é conseqüência do uso indiscriminado de petróleo nas indústrias, no transporte automotivo, aéreo, do uso também de carvão nas termoelétricas e dos processos industriais poluidores.

As condições metereológicas, como ventos, chuvas e umidade do ar e a topografia de uma região exercem importante influencia no comportamento dos poluentes na atmosfera. Raramente a poluição do ar se deve a um só tipo de poluente. Nas grandes cidades, o que ocorre é uma associação dos diversos agentes poluentes, o que frequentemente agrava bastante a situação. Por exemplo, o dióxido de enxofre, o poluente mais comum na atmosfera, sozinho é capaz de provocar sérios distúrbios respiratórios. E quando se combina com sulfatos torna-se mais perigoso ainda, podendo causar a morte de pessoas devido a complicações pulmonares. São vários os tipos de poluentes, os mais lembrados são: Material particulado, Dióxido de carbono (CO2), Monóxido de carbono (CO), Óxidos de nitrogênio, Dióxido de enxofre (SO2), Clorofluorcarbono (CFC) e Chumbo-tetraetila. 

            A poluição do ar torna um dos atos mais simples de todos, um ato involuntário em penoso para a maioria das pessoas, pois uma vez inalado com freqüência esses gazes citado provoca doenças pulmonares, não só pulmonares como em todo o sistema respiratório. Por isso deve-se lutar por uma maior qualidade do ar e não só por isso como também pelo ambiente em si, uma vez que, a poluição vem causando alterações até nas variações antes não observada no clima do planeta, segundo alguns estudiosos da área, alem de outras alterações perigosas podendo levar a extinção da vida no planeta.

Como o gás CFC, por exemplo, que destrói a camada de ozônio que protege o Planeta da radiação ultravioleta emitidos pelo Sol. Sem essa proteção todos definharíamos seres humanos, plantas e animais. São esses raios que provocam, por exemplo, o câncer de pele que mata tantas vidas humanas. Todos as formas de vida, inclusive plantas, podem ser debilitadas. Acredita-se que níveis mais altos da radiação podem diminuir a produção agrícola, o que reduziria a oferta de alimentos. A vida marinha também está seriamente ameaçada, especialmente o plâncton (plantas e animais microscópios) que vive na superfície do mar. Eles são a base da cadeia alimentar marinha alem de absorver uma boa parte das emissões de dióxido de carbono (CO2) do planeta.

                               Fala-se também muito sobre o aquecimento global, que é resultado do lançamento excessivo de gazes de efeito estufa, sobretudo o dióxido de carbono (CO2), na atmosfera. Esses gases formam uma espécie de cobertor cada dia mais espesso que torna o planeta cada vez mais quente e não permite a saída da radiação solar. Algumas conseqüência do aquecimento já são vistos segundo os estudiosos que acreditam nele, como o aumento da intensidade de eventos climáticos extremos (furacões, tempestades tropicais, inundações, ondas de calor, seca e deslizamento de terras), outras observada pelos cientistas é o aumento do nível do mar por causa do derretimento das calotas polares, o aumento de 0,8 graus desde a Revolução Industrial. Se chegar a 2 graus o aumento da temperatura eles prevêem efeitos catastróficos que colocaria o desenvolvimento dos países em risco. Aqui entra também o desmatamento como causa desse fenômeno, alem das já citadas anteriormente, a queima de combustíveis fosseis (Carvão, petróleo e gás natural).

Uma disciplina que trata deste assunto em um curso de técnico em meio ambiente e outros cursos que tratam do meio ambiente como agroecologia, é essencial, pois como já foi mencionado anteriormente, é extremamente importante conhecer tais atributos, conhecer quais os parâmetros para sabermos quando o ar esta realmente poluído, sabermos quais as conseqüências acarretadas pela poluição e quais os benefícios de uma qualidade do ar. 

 Para que possamos cuidar melhor de nosso planeta uma vez que só temos este e ele é nossa casa. Podemos sensibilizar as empresas para que se adéqüem e melhore as máquinas para que liberem menos gases no ambiente, os governantes para que eles se conscientize, criando leis mais rígidas, além de melhorar o transporte público, por exemplo, os agricultores que dependem do tempo e do clima para que suas plantações dêem resultados e da população em geral para que todos respeitem e compreenda o Ar, a Água em fim o planeta em que vivemos.                

Mudanças Climáticas: Temos que agir agora


Por Kelly Muscardi da Rocha

O frágil texto de encerramento da conferencia do Clima de Copenhague que não fixa metas obrigatórias de redução de emissões de gases estufa e mostra que muitos países ainda não se deram conta das conseqüências do aquecimento global.

Responder aos desafios que ele impõe é tarefa de todos e deve ser iniciada já.

O Clima está mudando mais rápido do que nunca. Desde o início dos tempos ele passou por alterações. Ao longo de períodos mais quentes e outros mais frios, a vida teve de se adaptar e evoluir, mas agora as atividades humanas afetam a dinâmica do próprio planeta. O mais alarmante, é que o ritmo da mudança foi dramaticamente alterado, ameaçando levar muitas plantas e espécies de animais à extinção.

Ao queimar combustíveis fosseis temos acrescentado gases do efeito estufa na atmosfera e como resultado tem-se a concentração desses gases no ar em níveis bem acima do que já foi calculado em qualquer momento nos últimos 800 mil anos. Inevitavelmente, as temperaturas têm subido também. As geleiras estão derretendo mais rapidamente do que o esperado, acelerando a elevação do nível do mar e aumentando o número de casos de inundações oriundas de degelo. Também tem sido registrada a escassez de água fora da época em algumas  regiões povoadas do mundo.

O pressuposto de todo o processo tem sido que nosso ambiente natural é capaz de fornecer suprimentos infinitos de combustíveis  de acolher cada vez mais os subprodutos da produção de energia. Se optarmos por continuar a queima de combustíveis fósseis até que se esgotem os estoques vamos simplesmente aumentar a quantidade de gases efeito estufa na atmosfera e experimentar um aquecimento muito maior. Mas há uma alternativa. Mudar para um novo paradigma de geração e utilização de energia, baseada em fontes renováveis e eficiência energética, nos permitirá evitar muitos dos problemas de um mundo mais quente.

É crucial porém que não adiemos a ação enquanto se debate a   atribuição de responsabilidade porque isso tornará mais difícil atingir a meta. É claro que por tanto que custos da demora são muitos maiores do que os da ação portanto é preciso agir agora.  

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Abertas inscrições para o mestrado em Agroecologia na UFV

19/05/2011 - Abertas inscrições para o mestrado em Agroecologia na UFV
Estão abertas, até o dia 10 de junho, as inscrições para o processo seletivo do segundo semestre de 2011 do recém-criado Programa de Pós-Graduação em Agroecologia da Universidade Federal de Viçosa. O curso é oferecido em nível de Mestrado e iniciará suas atividades com conceito 4 da CAPES. As atividades do Programa terão início em agosto de 2011.

O Programa de Pós-Graduação em Agroecologia possui uma Área de Concentração (Agroecologia) e três Linhas de Pesquisa:

Manejo de agroecossistemas tropicais

Sistemas agroalimentares de agricultores familiares

Recursos em agroecossistemas e entorno

Mais informações no site: https://sites.google.com/site/posgraduacaoagroecologiaufv/linhas-de-pesquisa

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Censo 2011 revela as deficiências do Brasil em saneamento básico e a necessidade de investimentos

Para suprir o déficit de saneamento básico no País, seriam necessários investimentos da ordem de RS$ 12 bilhões por ano, durante 20 anos consecutivos. Os cálculos foram feitos pelo professor Wanderley da Silva Paganini, do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, baseados nos dados preliminares do Censo 2011, divulgados no final de abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o especialista em saneamento, os números do Censo 2011 revelam uma situação “preocupante” no que diz respeito ao acesso à rede de coleta de esgoto e abastecimento de água no País.
“Falamos de cerca de 85% de cobertura da rede de esgotamento para o Estado de São Paulo, e ainda nos escandalizamos com esse índice, quando comparado aos países europeus. Mas esquecemos que no resto do País esse número cai para 50% em média. Há locais onde não há sequer coleta. Em Manaus, por exemplo, apenas 11% do esgoto é coletado, o que significa que quase todo o esgoto produzido permanece no meio onde as pessoas vivem”, afirma.

No meio rural, quase 40% não tinham banheiro de uso exclusivo no domicílio, entre a faixa de rendimento domiciliar mensal per capita de até R$ 140,00. Dos que possuíam banheiro no meio rural nessa faixa de renda domiciliar per capita, menos de 20% estavam ligados à rede geral de distribuição ou fossa séptica. No Brasil, do total de 57.324.185 domicílios pesquisados, 6,2% não possuíam banheiro de uso exclusivo (3.562.671).

Por outro lado, no meio urbano a situação se inverte. Em São Paulo, 86,79% possuíam equipamentos ligados à rede geral de coleta; no Distrito Federal, 80,58%; no Rio de Janeiro, 76,69%; e em Minas Gerais, 76,33% tinham equipamento sanitário ligado à rede de coleta.

Segundo Paganini, o Brasil ainda não enfrentou como deve os problemas mais básicos de universalização do abastecimento de água, coleta e menos ainda de tratamento do esgoto. Atualmente, afirma o professor, o País investe anualmente cerca de R$ 4 bilhões em saneamento, sendo que apenas a metade tem origem em fundos públicos. A outra metade vem de companhias privadas de saneamento.

Para ilustrar a precariedade em que se encontra o Brasil nessa área, Paganini menciona os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre mortalidade infantil. “Esse indicador está diretamente ligado às condições sanitárias dos países. O Brasil apenas está melhor do que países muito pobres da América do Sul e Central”, diz.

A taxa de mortalidade infantil no Brasil era de 25 por mil nascidos vivos, ante uma taxa de 35 por mil na Nicarágua, de 54 por mil na Bolívia e de 80 por mil no Haiti, segundo levantamento de 2005 da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). Dados de 2008 do Ministério da Saúde mostram que a taxa nacional de mortalidade infantil era de 22,8 por mil nascidos vivos. No Nordeste, o número chegava a 32,8 mortos para cada mil nascidos vivos, no mesmo ano. De acordo com as Metas do Milênio estabelecidas pelas Nações Unidas, o Brasil deverá cumprir até 2012 a meta de 12,9 mortes por mil nascidos vivos.

Para o professor José Luiz Negrão Mucci, também do Departamento de Saúde Ambiental da FSP, a condição sanitária do País reflete tanto as prioridades das políticas públicas quanto a situação de rendimento da população. “Ou as pessoas não têm condições econômicas de ligar seu domicílio à rede de coleta ou o próprio governo não investe nos serviços gerais de saneamento para a população de baixa renda”, afirma.
“Para a população muito pobre, talvez a prioridade seja outra, como comer, por exemplo. Há locais onde as pessoas simplesmente não se preocupam com isso. As disparidades regionais continuam também nessa área”, diz Mucci.

Água – Apesar da maior disponibilidade de água, o meio rural é onde a água tratada é menos acessível. Em três diferentes faixas de rendimento pesquisadas (de R$ 0,00 a R$ 70,00, de R$ 71,00 a R$ 140,00 e acima de R$ 141,00), apenas cerca de 20% dos domicílios tinham acesso ao abastecimento de água a partir da rede geral de distribuição. Nas mesmas faixas de rendimento, os outros 80% dos domicílios particulares permanentes do meio rural tiveram acesso à água a partir de “poço ou nascente na propriedade”, “poço ou nascente fora da propriedade” ou “outras” formas, como caminhões-pipa, por exemplo.

Apesar disso, a situação do abastecimento de água é menos crítica que a de esgotamento sanitário, se considerado o total geral do meio urbano e do meio rural. “Do total de domicílios no Brasil, 82,85% eram servidos por rede geral de distribuição. Mas as desigualdades regionais permanecem, sendo que na região Norte apenas 54,48% estavam ligados à rede geral”, avalia a professora Ana Maria Marangoni, do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
“A água pode ser um vetor do bem ou do mal. As doenças por veiculação hídrica são responsáveis por dois terços das internações entre crianças de até 5 anos de idade”, lembra o professor Paganini, da FSP.
Quanto à coleta de lixo, este é o serviço que apresenta menores disparidades regionais. No conjunto do País, 87,40% dos domicílios são atendidos diretamente por serviços de limpeza, seja por coleta domiciliar ou por deposição em caçambas coletoras. Os extremos são Rondônia, onde 38% são atendidos, Piauí (42%), Acre (47%) e Pará (47%).

“Apesar disso, ainda persistem os problemas de destinação final do lixo, com a consequência mais grave, que é a contaminação ambiental. Ainda não solucionamos a questão dos lixões, da saturação de aterros, da poluição, da seleção do lixo e do trânsito”, ressalta a professora Ana Maria.

Disponível em : <http://sanambiental.blogspot.com/2011/05/censo-2011-revela-as-deficiencias-do_17.html> Acessado em :19 de Maio de 2011

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Poluição e escassez hídrica: reflexos ambientais e sócio-econômicos

Por Maurício Novaes Souza1 e Maria Angélica Alves da Silva2

            A água é um bem precioso e cada vez mais tema de debates em todo o mundo. De forma estratégica, as cidades são construídas nas proximidades ou ao longo de cursos de água. Contudo, como acontece em 97% dos municípios brasileiros, inclusive em Rio Pomba, todos os esgotos são lançados nos rios sem nenhuma forma de tratamento. Por esse motivo, o uso descontrolado e a poluição de fontes importantes de rios e lagos podem ocasionar a falta de água doce muito em breve, caso nenhuma providência seja tomada.

Como agravante, o mau uso do solo nas áreas urbanas e rurais, têm sido um dos principais fatores da aceleração de processos erosivos. São comuns loteamentos em áreas de encostas; grandes áreas com desmatamento e queimadas; pontos clandestinos de retirada de areia; desvio de água cada vez maior para indústria ou projetos de irrigação, em sua maioria sem planejamento ou manejo, e sem a devida autorização dos órgãos ambientais.

Como resultado, ocorre a perda de fertilidade dos solos agricultáveis, a poluição de corpos hídricos, o assoreamento de barragens e rios, o aumento das freqüências de vazões de enchente e o aumento dos custos de tratamento de água, fato que vem acontecendo, inclusive, na bacia do rio Pomba. A degradação dos ecossistemas aquáticos tem sido um dos preços pagos pelo desenvolvimento urbano e rural descomprometido com as condições básicas de sustentabilidade, refletindo em prejuízos significativos para o meio ambiente, ocasionando perdas econômicas e sociais para toda a coletividade.

Esse processo se dá desde o lançamento de simples embalagens de balas, até os mais perigosos poluentes tóxicos, como resíduos industriais e agrotóxicos, que contém elevado teor de metais pesados, danosos à saúde. Tais fatos conduziram à formulação da política para o setor de recursos hídricos. Já foi concluída a primeira etapa do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH), que vem sendo apresentado à população por meio de reuniões em todo o estado de Minas Gerais. O PERH é um projeto que visa estabelecer diretrizes para o planejamento e controle do uso da água em Minas Gerais.
O Instituto Mineiro de Gestão das Águas – IGAM é o órgão responsável pela concessão de direito de uso dos recursos hídricos estaduais, pelo planejamento e administração de todas as ações voltadas para a preservação da quantidade e da qualidade de águas em Minas Gerais. Lançou recentemente a segunda fase do plano. Nessa etapa, o PERH vai tratar da quantidade e qualidade das águas no estado mineiro. A partir daí, ações e metas deverão ser implementadas, incluindo Instrumentos de Gestão desses recursos, como a outorga e a cobrança pelo uso da água, encontram-se, nesta fase da consolidação do Sistema Nacional de Recursos Hídricos, em pleno estágio de aprimoramento.

Considerando as condições atuais das bacias hidrográficas brasileiras, deve-se investir prioritariamente no saneamento básico dos municípios e em projetos de Educação Ambiental. Melhorará a qualidade de vida da população, bem como a proteção ao meio ambiente urbano. Contudo, a revitalização desses ecossistemas não virá apenas com obras, mas com opções e atitudes públicas, empresariais e individuais.

O Sindicato Rural de Rio Pomba tem duas estagiárias do Curso Técnico em Meio Ambiente do CEFET-RP, Juliana e Nair, que durante todo o período da manhã, realizam o cadastramento e fornecem informações aos empresários e produtores rurais.

Como, individualmente, contribuir para evitar a poluição e a degradação dos rios?
*       Não jogue lixo nas águas dos rios;
*       Não canalize esgoto diretamente para os rios;
*       Não desperdice água, em casa ou em qualquer outro lugar;
*       Observe se alguma empresa/indústria está poluindo algum rio e avise as autoridades.

1. Engenheiro Agrônomo, Mestre em Recuperação de Áreas Degradadas e Gestão Ambiental e Doutorando em Engenharia de Água e Solo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). É professor do CEFET - Rio Pomba, coordenador dos cursos Técnico em Meio Ambiente, EAD em Gestão Ambiental e Pós-graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável. É consultor do IBAMA e conselheiro do COPAM - Zona da Mata, MG. E-mail: mauriciosnovaes@yahoo.com.br.

2. Pedagoga e Especialista em Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável. Professora das disciplinas Sociologia e Artes do CEFET - Rio Pomba. E-mail: gecamau@yahoo.com.br.

Artigo

Urbanização e Saneamento Ambiental: um caso de saúde pública

Por Maurício Novaes Souza*

O crescimento urbano e industrial nem sempre significa desenvolvimento humano: particularmente nos países em industrialização, vem acompanhado de desigualdade de acesso aos itens básicos necessários a uma sobrevivência digna, tais como o acesso à educação, à alimentação e à saúde. Isso ocorre, especialmente, pela ausência do planejamento territorial das áreas a serem ocupadas.

No Brasil, a taxa de crescimento anual da população urbana chega aos 3,5%, vindo acompanhada de realidades preocupantes, como a falta do saneamento nas cidades, em níveis mínimos que assegurem o bem-estar das populações. Esse fato tem gerado um quadro de degradação do meio ambiente urbano sem precedentes, sendo os recursos hídricos um dos primeiros elementos integrantes da base de recursos naturais a sofrer tais efeitos. Por esta razão, não há curso d’água ou lago que esteja próximo ou que passe por alguma cidade que não esteja poluído, sendo o grau de poluição diretamente proporcional à população e ao nível de atividade produtiva da cidade: sabe-se que o acesso da população à saúde passa, incondicionalmente, pelo binômio abastecimento de água/saneamento básico.

            Entre os impactos ambientais da urbanização se destacam quatro que afetam diretamente a quantidade e a qualidade dos recursos hídricos: a) as derivações de água, quando ainda não deterioradas, e a devolução via o esgotamento sanitário sem tratamento do efluente final; b) as impermeabilizações da superfície natural; c) a disposição inadequada do “lixo”; e d) os alargamentos e os desvios do leito dos rios, que alteram o regime hidrológico e desprotegem as vegetações ciliares das margens contra o risco de inundações.

Tais impactos exercem uma demanda importante sobre quatro serviços básicos: a) o abastecimento de água; b) o esgotamento sanitário; c) a disposição final do “lixo”; e d) a drenagem urbana. Os objetivos a alcançar seria a eficiência nos quatro serviços, além do uso eficiente e racional da água e de evitar-se quaisquer formas de degradação dos mananciais. Isso porque é por intermédio de veiculação hídrica que se propagam doenças, tais como a gastrenterite, o cólera, a leishmaniose, a malária e a esquistossomose, as moléstias diarréicas, responsáveis pela mortalidade de um grande número de pessoas, principalmente crianças.

            Com relação ao “lixo”, o crescimento das áreas urbanas não levou em consideração a necessidade de adequação de locais específicos para o seu depósito e tratamento. O Brasil gera diariamente cerca de 110 mil toneladas de lixo, sendo que a maior parte recolhida é lançada sem qualquer cuidado em depósitos existentes nas periferias das cidades.

      Dessa forma, um aspecto relevante a ser considerado, é a implantação de programas de reciclagem: estimula o desenvolvimento de uma maior consciência ambiental e dos princípios de cidadania por parte da população. Além disso, a falta de novas áreas para a implantação de aterros sanitários (ou “lixões”, ou aterros controlados) é um fator que tem contribuído para a implementação de sistemas de reciclagem e compostagem.

Na verdade, rios, lagos e mares é o destino final dos esgotos. Com o crescimento da população e da atividade industrial e agrícola, a qualidade das águas dos rios e lagos vem em muitos casos se deteriorando progressivamente. Investir no saneamento do município melhora a qualidade de vida da população, bem como a proteção ao meio ambiente urbano, além de gerar emprego e renda para a população beneficiada.

Combinado com políticas de saúde e habitação, o saneamento ambiental diminui a incidência de doenças e internações hospitalares. Por evitar comprometer os recursos hídricos disponíveis na região, o saneamento básico garante o abastecimento e a qualidade da água, reduz drasticamente a mortalidade infantil e aumenta a expectativa de vida de uma comunidade, sendo este um dos fatores componentes do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de um país.

Fica uma pergunta: dia 22 de março é o dia mundial da água - o município de Rio Pomba tem motivos para comemorar essa data?

* Engenheiro Agrônomo, Mestre em Recuperação de Áreas Degradadas e Gestão Ambiental e Doutorando em Engenharia de Água e Solo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). É professor do CEFET - Rio Pomba, coordenador dos cursos Técnico em Meio Ambiente e Pós-graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável. É conselheiro do COPAM e da SEMAD - Zona da Mata, MG. E-mail: mauriciosnovaes@yahoo.com.br.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Fórum Regional de Agroecologia

Acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de junho de 2011 o IV Fórum Regional de Agroecologia. Este evento contribui para a construção do conhecimento agroecológico e também para a divulgação de formas mais responsáveis de se pensar a produção de alimentos. 

Em breve mais informações.

Eu posso te ajudar!

Meu nome é Juscélia, sou a monitora da disciplina Saneamento Ambiental Rural. Minha formação é em Tecnologia em Agroecologia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Rio Pomba/MG, além desta, estou cursando a complementação do Bacharelado.
Saneamento Ambiental Rural é uma disciplina muito interessante e de extrema importância para a formação de um profissional de perfil agroecológico. É fundamental o conhecimento relativo ao saneamento ambiental, principalmente no que se referem aos fatores, processos e caracterização dos resíduos e sua disposição no solo e na água. Esse conhecimento será fundamental para preservação e  conservação dos diversos ecossistemas.

Como monitora espero poder contribuir com meu conhecimento adquirido ao longo do curso e também trocar experiências com todos vocês.